Os jogos são instrumentos que devem
ser explorados na escola como um recurso pedagógico, pois além de desenvolver
regras de comportamento, o jogo atua na zona de desenvolvimento proximal, ou
seja, a criança consegue realizações numa situação de jogo, as quais ainda não
é capaz de realizar numa situação de aprendizagem formal.
No caso de alunos com DI, os jogos
são ótimas oportunidades para que o aluno construa significados a partir da
mediação do professor e interação com seus pares.
Os jogos estimulam o desenvolvimento
cognitivo, social e afetivo da criança com deficiência intelectual. Brincando, ela
tem a oportunidade de experimentar desafios, investigar e conhecer o mundo de
maneira natural e espontânea.
O jogo a seguir é um exemplo de
atividade interessante a ser desenvolvida não só com alunos com DI, mas com
toda e qualquer criança: Perfil Júnior (Grow). Trata-se de um jogo comercial e funciona da seguinte
forma: a cada cartela, 20 dicas sobre pessoas, personagens, coisas ou lugares
para o jogador deduzir de quem é o PERFIL em questão. E quanto menos dicas
utilizar para adivinhar, mais pontos irá ganhar.
Este jogo estimula a atenção, memória, transferência de aprendizagem, a metacognição e a motivação.
Este jogo estimula a atenção, memória, transferência de aprendizagem, a metacognição e a motivação.
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Pode ser jogado com 2 a 6 jogadores
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Trabalha principalmente a dedução
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É recomendado para a partir dos 7 anos
O professor de AEE pode adaptar o jogo para
diversas situações e conteúdos de aprendizagem, confeccionando o seu próprio
jogo, criando fichas com dicas que levem ao acerto da palavra oculta sorteada.
Referência: http://www.unijales.edu.br/unijales/arquivos/28022012095537_242.pdf
